quarta-feira, 15 de junho de 2011

Desenhado a lápis.


A noite escura, negra.
E a folha solta, branca.
Marcado grafite, cinza.
Este poema... incolor.

domingo, 12 de junho de 2011

Soneto de Jonas


Sinto-me tão triste, sinto-me tão vivo
Que com um sopro de meus negros pulmões
Eu sigo erguendo milhões de civilizações
Para destruí-las, e nas ruínas, eu me abrigo

Sinto-me tão triste, sinto-me tão vivo
Que me recordando do passado de atavios
Não receio vir a ser ente apenas de ressábios
Erros predestinados no instante perigo

Não sei se é direito meu este sentimento bravio
Mas não consigo mais notar as coisas assaz
Certas ou erradas, eu então apenas sento e olho

Sinto que reflito e algo se mostra, o Objetivo
Não quer me deixar de lado, então feraz
Sinto-me tão triste, sinto-me tão vivo